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22 de janeiro de 2014

Anã marrom fornece dados para o estudo de exoplanetas

Uma equipe de pesquisadores liderada por Justin R. Crepp da Universidade de Notre Dame em South Bend, Indiana, imageou diretamente um raro tipo de anã marrom que pode servir como base para estudar objetos com massa entre as estrelas e os planetas. Os dados iniciais foram obtidos do TaRgetting bENchmark-objects with Doppler Spectroscopy (TRENDS), instalado no Observatório W.M. Keck, em Mauna Kea, no Havaí. Uma pesquisa de alto contraste que usa óptica adaptativa e tecnologias relacionadas para observar objetos apagados e mais velhos orbitando estrelas próximas, e fazer medidas precisas. As anãs marrons emitem pouca luz, pois não queimam hidrogênio e esfriam rapidamente.

17 de janeiro de 2014

Buracos negros pequenos são mais mortais do que pensávamos



Cientistas descobriram um buraco negro incrivelmente brilhante e energético em uma galáxia a 22 milhões de anos-luz de distância da Terra. Naturalmente, assumiram que era um buraco negro supermassivo. O estranho que é observações mostram que é na verdade muito pequeno – jogando nossas concepções para fora da janela.

9 de janeiro de 2014

Cientistas medem distância entre galáxias com precisão inédita


Andrômeda está na vizinhança da Via Láctea. 
Cientistas conseguiram medir com precisão galáxias muito mais distantes
Foto: Nasa / Divulgação
Cientistas mediram as distâncias entre galáxias no universo com precisão inédita, de 99%. O levantamento, incrivelmente preciso, abrangendo 6 bilhões de anos-luz, é considerado fundamental para o mapeamento do cosmos e da origem da energia escura.


6 de janeiro de 2014

Os cálculos batem: nosso universo pode ser um holograma



Tudo o que você vê, ouve, toca ou cheira pode ser fruto das vibrações de cordas infinitamente finas que existem em um mundo de dez dimensões. Uma espécie de holograma – enquanto o mundo “real” seria um cosmo de uma dimensão e sem gravidade, ditado pelas leis da física quântica. Soa como loucura? Não para o físico teórico Juan Maldacena, que propôs o modelo em 1997.

Universo pode ser DEZ VEZES maior do que pensamos


Realizar uma estimativa da quantidade de matéria bariônica no universo é um dos trabalhos dos astrônomos. Um dos métodos para tanto envolve contar as galáxias visíveis em uma região do céu, estimar sua massa através do brilho que elas apresentam, e depois extrapolar o número encontrado para o resto do céu.
As estimativas que os astrônomos chegaram envolvem os seguintes números:

5 de janeiro de 2014

Metade da estrelas do tipo do Sol pertencem a sistemas estelares múltiplos

Bill Saxton, NRAO/AUI/NSF   /   Clique na imagem para ampliar
Tobin e uma equipe internacional de astrônomos estudaram estrelas jovens e seus discos de gás e poeira. Essas estrelas observadas estão a cerca de 1.000 anos-luz da Terra, e eles descobriram que duas delas tinham companheiras anteriormente invisíveis.